O 58 Club entra agora no segundo mês de atividade no Cais dos Remadores Olímpicos.
Abriu em abril e chegou para ser uma referência local em Aveiro. Localizado no número 58 do Cais dos Remadores Olímpicos, o 58 Club abre às sextas e sábados e o horário costuma ser das 23 às 4h.
Este é “um espaço intimista e o mais recente activo de diversão nocturna presente no coração da noite em Aveiro”, explicam-nos via email. Questionados sobre os objetivos, preferem “ser realistas”: “um club acolhedor e reservado em Aveiro não pode definir objetivos como um grande espaço em Lisboa ou Porto.”
“Queremos ser uma referência local, criar consistência na identidade musical dentro dos diferentes géneros que trabalhamos e ser ‘top of mind’ quando alguém pensa em sair à noite e dançar em Aveiro”, continuam. “O valor do espaço não está em luxo ou escala, está em proximidade, intensidade e consistência musical.”
Ainda sobre esse valor, a equipa é da opinião de “que em clubes deste tamanho, o impacto vem muito mais da contiguidade (estar lado a lado), da boa pressão sonora perto da cabine/DJ e da energia da pista do que de um sistema ‘high-end’.”
“O nosso sistema de som, cabine e luzes é montado pelo nosso parceiro Tecamsound, é compacto e centrado no DJ e tem recebido elogios dos nossos artistas convidados”, explicam ainda. “Mais uma vez, o segredo não é o volume bruto, mas sim controlo, definição e experiência imersiva. O público e a pista agradecem.”
Às sextas-feiras, os conceitos vão variando. Aos sábados, a eletrónica de dança é garantida. Independentemente da noite em causa, o 58 Club “pretende ser um elemento-chave na evolução da noite aveirense, um espaço de identidade musical, social e cultural, ponto de encontro de nichos (musicais e artísticos) funcionando como o principal ponto de ligação entre socialização e experiência musical na cidade.”
O clube chega para “preencher uma lacuna clara no mercado da noite local.” Com curadoria da Strings, os sábados têm como intuito inicial “marcar uma diferença clara”, tanto que tem havido uma programação que “mistura o que de melhor se faz em Portugal com apontamentos internacionais.” No entanto, “o plano é, e sempre foi, paulatinamente começar também a contar com a habilidade, o engenho e capacidade da cena local, com quem já trabalhámos no passado e que sabemos o que vale.”
Em maio, as noites de sábado vão contar com Pedro Goya (dia 16), Rúben Costa (9), Bikas (16), Alex Arnout e Lunarox (23) e Vasco Valente (30).
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