O festival arranca na quinta-feira, mas há warm-up já esta terça.
São mais de 100 artistas, entre os quais se encontra 47 concertos e DJ sets, espalhados por quatro palcos principais. É a sétima edição do Festival Apura, organizado pela associação cultural homónima e pela Câmara Municipal de Coimbra, e leva artes visuais, instalações, formações e reflexão até à cidade nos dias 24, 25 e 26 de setembro. A entrada é livre.
Dando seguimento a um conceito iniciado na edição anterior, a edição de 2026 volta a ser marcada pelo “Bairro dos Ofícios”, que tem “como ponto de partida as paisagens sonoras e a relação entre criação artística, território e espaço público”, pode ler-se na imprensa nacional.
Antes do arranque oficial, esta terça-feira 22 é assinalada pelo “warm-up” no Terraço Afonso Macedo, onde vai haver concerto de thispage. Depois, os restantes dias reservam nomes como EVAYA, Bar Aberto, PARPAR, Clarisse e os Desviados, Fjords, TRACAPANGÃ, Alcrud3, Luís Vicente em trio, Pedro Melo Alves ou Tricla.
Para dar música até às tantas, na República do Bota-Abaixo, há Rainha Santa Isabel b2b Barbosa, Arrogance Arrogance b2b ASCENSCIA (na fotografia), Cativo b2b Supa, Vivax b2b Alana Vegana, um fecho assinado por Photonz b2b Operário Fabril e, também em b2b, os coletivos CIGA239 e Coletivo Lenha.
“A acompanhar todos os dias do festival”, nota a organização, “vamos receber várias instalações artísticas, desenvolvidas através de residências artísticas realizadas nos dias antes ao festival e que colocam a arte visual, plástica, sonora, em diálogo com as paredes do Centro de Artes Visuais e do Departamento de Museologia, através das antigas celas e na ruína de passagem.” Como se não bastasse, há ainda atividades como a performance da dança “Liturgia de Regeneração”.
Acompanha as redes do Festival Apura para ficar a par de todo o programa e horários. A entrada, recorde-se, é livre.
Fotografia por Adriano Viçoso

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