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Axis Records, de Jeff Mills, planeia editar música clássica, jazz e bandas-sonoras

20 Maio, 2020 - 11:30

Os planos fazem parte da “expansão” que a Axis Records pretende fazer já este ano.

Numa carta enviada através da sua newsletter, a Axis Records revelou que o seu universo está a expandir: a partir do outono, música clássica, jazz e bandas-sonoras vão começar a fazer parte do alcance editorial do selo do veterano Jeff Mills.

“Mantendo embora o nosso habitual ritmo de música techno, vamos alongar a nossa corrente para incluir mais trabalhos que englobem músicos e solistas de outros géneros, mas, mais importante, em direções que abordem a ideia de utilizar instrumentos para alcançar um nível de consciências mais elevado”, lê-se na carta enviada na segunda-feira.

No mesmo comunicado, assinado por Jeff Mills, o pioneiro de Detroit explica como esta sua label foi desenhada para explorar “santuários interiores e exteriores” da música techno, tendo vindo a tocar “não só noutros géneros, como música clássica, jazz e afro beat, mas também noutras disciplinas, como cinema, arte, dança contemporânea e muitas outras excursões criativas imprevistas – utilizando cada ocasião como uma experiência de aprendizagem que nos permitiria olhar para a música eletrónica em aspetos mais estruturais e integrais”.

Jeff Mills, que regressou recentemente ao seu alias Millsart, aproveitou ainda para anunciar alguns dos artistas já alinhados para editar pela Axis nos próximos tempos: Byron The Aquarius, Spiral Deluxe (Gerald Mitchell, Yumiko Ohno, Kenji Jino Hino), a violinista Mari Samuelsen, “assim como contribuições dos veteranos” Lil’ John Roberts, Jean-Phy Dary, Amp Fiddler, Sindata OM e “trabalhos únicos” de Eddie Fowlkes, importante figura do techno de Detroit.

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