“Shutters” saiu em fevereiro pela dinamarquesa Fallen Metropolis.
Chama-se “Shutters” e assinala a estreia de CIINTRA neste formato. O álbum foi editado pela Fallen Metropolis, que pôs também uma edição em cassete cá fora, e é descrito pelo selo como um disco em que “a energia crua do techno se torna num playground para emoção e exploração.”
“Sendo na sua essência um álbum de techno, ‘Shutters’ é um exercício de experimentação que partiu da decomposição exaustiva de linhas melódicas e da gravação de sons através de microfones específicos”, pode ler-se em comunicado. “E distorção. E modulação. E mais distorção. Técnicas espontâneas para chegar a mundos inesperados”, lê-se ainda.
Entre live acts e músicas lançadas em VAs da ELBEREC e da Alínea R, Miguel Cintra tem feito um percurso na eletrónica de dança como CIINTRA. A sua história, no entanto, conta muito mais do que isso. “Baterista de coração e filho dos sonhos das consolas dos finais dos anos 80 e 90”, conforme se lê na sua biografia, Cintra esteve envolvido com várias bandas e artistas antes da aventura com este pseudónimo.
Há mais pormenores curiosos no currículo de Miguel Cintra. Além de “ter partilhado os seus conceitos sonoros como orador e educador, leccionando sound design e produção musical em diferentes escolas e outros projectos”, nota para o facto de o português estar envolvido em música e design de som para videojogos, algo que já o levou até ao festival A MAZE, em Berlim. Nos últimos anos, compôs para jogos como Greedy Guns e Strikers Edge.
“Shutters” está disponível em diferentes plataformas digitais. A capa é assinada por Christian Rutz.
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