Drone, noise e experimental são algumas das categorias onde se pode encaixar este “split”.
Ao segundo lançamento, a CONJURA apresenta um trabalho assinado por CAVERNANCIA, no lado A, e Ricardo Nogueira Fernandes, no lado B, que trazem duas composições de cerca de 20 minutos cada. “split” está disponível em versão física (cassete) e digital.
“split” tem, então, “o drone tempestuoso e tectónico do barreirense CAVERNANCIA com as espacializações escultóricas do portuense Ricardo Nogueira Fernandes”, pode ler-se nas notas oficiais, escritas por Rui Pedro Dâmaso. “É uma edição que impressiona pela rara capacidade de contar dois lados de uma mesma história, como muito poucos splits conseguem.”
CAVERNANCIA e Ricardo Nogueira Fernandes são dois nomes que trabalham linguagens experimentais da música eletrónica. O primeiro é Pedro Roque, cujo trabalho com esse pseudónimo está bem documentado no Bandcamp. Já o segundo estreou-se em nome próprio em 2023, com “Vandoma”.
Este é o segundo lançamento da barreirense CONJURA, que abriu o catálogo há cerca de um ano com “rutura convergente”, de CAVERNANCIA TREMEU, ou seja, de Pedro Roque ao lado da dupla formada por Bruno Alves e Diogo Morgado.
“split” está disponível no Bandcamp e tem fotografia de Raquel Matos na capa. A versão em cassete, limitada a 50 unidades, pode ser adquirida via Mondo Negro.
Fotografia por Vítor Lopes

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