Sem bilhetes à porta e com localização por revelar, a primeira UMBRA é já este sábado.
A noite de sábado 23 marca o início da nova série de festas UMBRA. Algures num armazém no Porto, entre a meia-noite e as 6h, a equipa faz a festa ao lado de quatro atos e dos visuais de Lain.
O cartaz é formado por nomes que chegam de diferentes cidades. Desde Almada chega Apukas, enquanto System Sophie viaja desde Guimarães. DJs indissociáveis do tecido clubbing conimbricense, Assafrão e Lexi tocam em b2b, e lado a lado vão estar também os aveirenses baseados no Porto Bapetismo e G. Sota, ambos a representar a Vertigo em formato híbrido.
Em jeito de apresentação, a portuense UMBRA diz dedicar “à exploração de sonoridades eletrónicas de dança, experimentais, alternativas e leftfield” em comunicado. Para isso, “propõe-se a criar espaços onde diferentes linguagens sonoras possam coexistir sem limitações rígidas de género ou formato”, priorizando “abordagens mais imersivas, experimentais e desafiantes relativas à música eletrónica contemporânea.”
A equipa é formada por “nomes ligados à cena underground portuense que, aliado aos seus trabalhos em diferentes coletivos e projetos individuais, têm vindo nos últimos anos a cruzar-se na organização de eventos DIY, festas independentes e iniciativas focadas em nichos específicos da música eletrónica.”
“Entre eventos DIY e residências artísticas”, conta ainda a UMBRA, “a plataforma pretende apoiar artistas que operam em territórios menos convencionais da cultura clubbing, abrindo espaço para propostas híbridas, atmosferas desafiantes e experiências de escuta menos previsíveis.”
Para marcar “o início de uma programação focada na interseção entre curadoria, comunidade e experimentação sonora”, a referida festa no armazém. Bilhetes e informações estão disponíveis por mensagem direta no Instagram da UMBRA.
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