Há mais atividades por revelar, mas os concertos e DJ sets estão todos definidos.
A 18 de junho, entre o nascer e o pôr do sol, a segunda edição de Festival volta a ficar marcada por um itinerário a ser feito no monte da Falperra, entre Braga e Guimarães. “Uma caminhada, instalações, oficinas, entre outras atividades paralelas” fazem também parte do programa, que deverá ser revelado em breve.
O roteiro “relaciona-se com os edifícios religiosos do monte da Falperra e o seu entorno paisagístico e cultural, diluindo os limites entre os municípios, géneros artísticos e entre arte e natureza.” Para tal, eram já conhecidas atuações de Alessandro Cortini, Calcutá, Joana de Sá, Molero e Shane Parish.
Agora, juntam-se ao cartaz mais cinco nomes, entre os quais os “nossos” Helviofox, jovem que editou pela Príncipe um disco que integrou os EPs favoritos de 2025 d’A Cabine; Adriana Sá, com “Habitat”, que tem “por base um sistema sonoro adaptado, no qual cada coluna foi equipada com sensores de luz”; e Pedro Augusto, senhor dos sintetizadores modulares ligado à academia, ao arquivo Found Tapes Porto ou aos projetos Ghuna X e Live Low, entre outras aventuras, como o disco em nome próprio “Duas Vozes”, lançado em 2020 pela Lovers & Lollypops.
Também parte das novas confirmações, Debit e Valentina Magaletti rematam o cartaz musical. A primeira traz consigo o álbum “Desaceleradas”, com o qual investiga cumbia em torno ambiental, e a segunda é uma baterista que quase dispensa apresentações, ou não tivesse no currículo colaborações ao lado de Nídia (“Estradas”) ou João Pais Filipe (o trio CZN).
Projeto de legado da Braga 25 Capital Portuguesa da Cultura, o festival Extremo tem curadoria da associação cultural Capivara Azul e apoio do Município de Guimarães.
A entrada é entrada livre, com alguns dos espaços a serem limitados à lotação.
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