A primeira acontece no início de fevereiro e conta com nomes como Schacke.
Há uma nova residência bimestral a caminho do Lux Frágil. O projeto EXOTIKA arranca a 6 de fevereiro, quinta-feira, e “chega com a proposta de redefinir a experiência clubbing na cidade, convidando o público a explorar os territórios mais ousados do techno, house e suas variantes mais provocativas”.
“EXOTIKA nasce como um espaço de experimentação e inclusão, desenhado para revitalizar a cultura clubbing lisboeta e ampliar as vozes das comunidades artísticas e queer”, pode ler-se em comunicado. “A residência promete uma atmosfera transformadora, onde a música e outras expressões artísticas se reúnem, criando uma experiência única na Disco.”
Um dos nomes que tem chamado mais a atenção no underground lisboeta – “a quem a cidade deve alguns dos sets de techno mais interessantes da vida pós-covid”, escrevia Jomi recentemente na reportagem sobre o Vale Perdido – Meibi refere que este é um projeto “profundamente pessoal”: “crescendo em Portugal, fui muitas vezes rotulada de ‘exótica’, um termo que aprendi a desconstruir e transformar em fonte de orgulho.”
A vontade de celebrar a diversidade, de dar “palco a comunidades sub-representadas” e de honrar “as raízes queer e POC da cultura de clubbing” evidencia-se no cartaz da primeira EXOTIKA. Reconhecido ato da cena dinamarquesa, Schacke é convidade internacional e será acompanhade por Sasha Theft, que em 2022 lançou um dos nossos álbuns favoritos, e Meibi na cabine. Para trazer “uma energia visual e performativa única à noite”, estão ainda confirmadas performances de 420bombshell e Samba Injai.
Como na maioria das noites do Lux Frágil, a entrada para esta EXOTIKA garante-se apenas à porta. Até lá, recorde-se que as quintas no Lux estão a começar e terminar mais cedo, com concertos e DJ sets de nomes como FARWARMTH e Filipe Baptista, que atuam a 30 de janeiro.
Fotografia por Diogo Correia

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