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“Oeste A​.​D.” é o novo disco de Ondness

13 Setembro, 2022 - 13:46

Já lançou discos este ano, mas Bruno Silva ainda tem mais para nos mostrar.

Bruno Silva continua a dar que falar (como aqui ou aqui) e não mostra sinais de abrandamento. Afinal, ainda este ano pôs cá fora “Megadawn” e “Dias da Aranha” enquanto Ondness e Serpente, respetivamente.

No final de agosto, depois de passar por uma das sub-labels da editora de Gonçalo F. Cardoso, Ondness regressou à Discrepant para lançar o novo “Oeste A​.​D.”. O último disco do português por este selo-mãe havia sido em 2019 na forma de “Meio Que Sumiu”.

Ao longo de cerca de 45 minutos, “Oeste A​.​D.” abre caminho para um trilho de autêntica exploração sonora, seja na percussão ou não só. A experimentação é tal, aliás, que por aqui há até uma recriação de “Aqua Matrix”, um dos espetáculos da Expo 98. Mas este nome lança o alerta sobre essa exposição mundial: tudo não passou de um “embuste…”.

E há mais. No lado, Ondness agarra em Endless Summer, de Fennesz, e em Endless Happiness, de Black Dice, para nos “relembrar do quão bom foi 2001/2002 para a música experimental”, lê-se nas notas oficiais, “mas a abordagem aqui é de algo diferente”. É apertar play e ouvir.

Nota ainda para a futura passagem de Bruno Silva pelo Passos Manuel, no Porto, no âmbito da primeira noite da nova residência Discos Extendes no clube. Por lá, Silva irá atuar em formato live com o pseudónimo Serpente.

Disponível em formato físico (LP) e digital, “Oeste A.D.” conta com capa assinada por Evan Crankshaw
 e contracapa por Filipe Felizardo. O trabalho tanto pode ser encontrado em lojas físicas (Flur, por exemplo) como digitais (Bandcamp).

A masterização é de Carlos Nascimento, nome com que Silva partilha projetos como Sabre.

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