Antes da passagem pelo festival Basilar, o coletivo de improvisação Hardware falou connosco sobre a origem do projeto e o que significa transformar máquinas em ponto de encontro humano.
João P. Mendes fala sobre “um ataque sem tréguas e sem misericórdia dos tubarões da indústria e respetivas marionetas à autonomia económica e artística dos que ainda não se corromperam”.
À quarta edição no Jardim Keil do Amaral, o LISB-ON Jardim Sonoro continua a mostrar por que razão está cá. Há aspetos menos bons, mas isso há em qualquer festival.