Marco Rodrigues (aka Photonz) disseca “Inferno” e mostra como o novo disco dos Boards of Canada transforma ocultismo, religião, tecnologia ou infância numa leitura do presente.
João P. Mendes fala sobre “um ataque sem tréguas e sem misericórdia dos tubarões da indústria e respetivas marionetas à autonomia económica e artística dos que ainda não se corromperam”.